Eu não vou chorar, eu não vou chorar, eu não vou chorar. As mãos podem tremer, pode faltar o ar e quase vomitar o coração, mas não vou chorar. Pelo menos uma vez eu vou ser forte, concisa. Sem drama, sem choro, sem soluço. E vou repetir o quanto for preciso, para que nenhuma lágrima caia sobre meu rosto. Vou ser lacônica: eu vou aguentar, sem chorar.
Repeti tanto que pareceu inútil, porque neste exato momento, sinto que transbordei sem querer. Droga de descontrole.
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